Era um garoto que como qualquer outro de sua idade, tinha um sonho.- Nós somos feitos de sonhos e criados para sonhar, dizia ele à sua mãe que teimava em dizer ao filho que pessoas não foram feitas para voar e que precisamos sempre ter os pés no chão. O garoto sonhava todas as noites em ir no céu, vagar pelas nuvens de algodão, tocar nas estrelas que ele tanto contemplava. Queria saber de quê eram feitas (...) Se era de purpurina ou de lantejoulas postas à cola bastão. Ele queria alcançar a sua estrela, uma grande amiga sua que estava no céu, sua confidente na qual ele depositava toda a sua esperança de um dia poder estar ao seu lado. E ser uma estrela daquelas, azuis, verdes, grandes, pequenas. Novas a cada dia que passa e contempladas por todos na terra, mesmo sem saberem o que elas significam ou quem eram, coisa e tal. Ele acreditava ! Acreditava na vida, acreditava nos sonhos, na eperança, na fé e na existencia de sua estrela!
Acredita-se em tudo o que é real e tem a possibilidade de acontecer. NÃO, ele tinha e vivia em um mundo diferente, acredita-se no que se quer acreditar, e é querendo e acreditando que ele conseguia fazer tudo tornar-se real, bastava apenas fechar os olhos e ouvir a batida de seu coração, como um relógio tiquetaqueando sem parar. E agora, ele só escuta a sua própria batida, a voz que bem do coração, a sua alma.E aí então, um verdadeiro mundo começava a surgir. Onde pessoas não choravam mesmo quando estavam felizes, não tinham corações partidos e colados novamente, eram apenas corações batendo e amando a todos sem diferença de raça, cor, classe social ou até mesmo mentalidade.
Acredita-se em tudo o que é real e tem a possibilidade de acontecer. NÃO, ele tinha e vivia em um mundo diferente, acredita-se no que se quer acreditar, e é querendo e acreditando que ele conseguia fazer tudo tornar-se real, bastava apenas fechar os olhos e ouvir a batida de seu coração, como um relógio tiquetaqueando sem parar. E agora, ele só escuta a sua própria batida, a voz que bem do coração, a sua alma.E aí então, um verdadeiro mundo começava a surgir. Onde pessoas não choravam mesmo quando estavam felizes, não tinham corações partidos e colados novamente, eram apenas corações batendo e amando a todos sem diferença de raça, cor, classe social ou até mesmo mentalidade.
Não mas a sua voz, não mas a sua mente, muito menos o seu subconsciente, ele quer escutar o que ninguém sabe, ele quer escutar a sua verdade. O garoto fecha os olhos e aí tudo muda, a sua respiração começa a ficar lenta, suas pálpebras não se agitam mais, e sim, ele agora acredita em um mundo melhor. E aí surge novamente o desejo de voar, o desejo de ir até a estrela mais brilhante do céu e adormecer em seus braços como um bebê indefeso. Ele chora. Mas não são lágrimas de dor nem de tristeza, são lágrimas de satisfação por estar sentindo uma coisa jamais sentida por outro alguém. A sensação de simplesmente sentir a brisa que vem da janela ao balançar a cortina de cetim azul de seu quarto e acreditar que essa brisa vem do mar, pois ele agora sobrevoa sob o mar, azul e calmo.
Ele queria ir ao encontro de sua linda estrela, ele a desejava como nunca desejou algo. Queria tocá-la, beijá-la, abraçá-la e dizer-lhe o quanto ela o fazia bem.
Em seu vôo , o garoto para para olhar sua estrela mais uma vez mas ela não está mais lá. Será então que ela teria fugido dele? Não o queria mais?
E enquanto o garoto se preocupava em tentar juntar a tempestade de idéias que vinham em sua cabeça, seu coração tenta falar mas quase sem forças rende-se a apenas bater e bater. Chega um momento em que o menino, em sua queda, sem querer olha para o mar, que continuava azul e calmo.
Mas desta vez, o mar estava com um brilho diferente. Uma luz no fim do 'túneo'.
E aí ele cai em si: era a sua estrela! Ela acreditou no que queria, e desejou com todas as suas forças virar uma estrela cadente com a esperança de que no momento em que ela caísse, ele fizesse o seu pedido, e agora ela estaria mais perto do garoto, não seria acima de todos e sim, ao lado de todos. E então, antes de sua queda completa no mar, cai a sua única e última lágrima de seus olhos, mas desta vez não eram lágrimas de satisfação, mas sim, lágrimas de arrependimentos e dor, por um motivo: não ter escutado a voz que vinha de dentro de seu coração.
Em seu vôo , o garoto para para olhar sua estrela mais uma vez mas ela não está mais lá. Será então que ela teria fugido dele? Não o queria mais?
E enquanto o garoto se preocupava em tentar juntar a tempestade de idéias que vinham em sua cabeça, seu coração tenta falar mas quase sem forças rende-se a apenas bater e bater. Chega um momento em que o menino, em sua queda, sem querer olha para o mar, que continuava azul e calmo.
Mas desta vez, o mar estava com um brilho diferente. Uma luz no fim do 'túneo'.
E aí ele cai em si: era a sua estrela! Ela acreditou no que queria, e desejou com todas as suas forças virar uma estrela cadente com a esperança de que no momento em que ela caísse, ele fizesse o seu pedido, e agora ela estaria mais perto do garoto, não seria acima de todos e sim, ao lado de todos. E então, antes de sua queda completa no mar, cai a sua única e última lágrima de seus olhos, mas desta vez não eram lágrimas de satisfação, mas sim, lágrimas de arrependimentos e dor, por um motivo: não ter escutado a voz que vinha de dentro de seu coração.




pooois é, grande parte não escuta essa voz, mesmo que ela esteja com um megafone gritando em seu ouvido! hahaha, ancioso pela parte 2 do outro post
ResponderExcluirKKKKKKKKKKKKKKK ISSO FOI UMA INDIRETA BEEEM DIRETA EIN ? RI AAALTO
ResponderExcluirhan? foi? como assim bial? riu alto por causa do megafone? elementar, watson
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